https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/issue/feed Revista Brasileira de Sexualidade Humana 2020-11-04T17:08:09-03:00 Ana Cristina Canosa Gonçalves acanosa@uol.com.br Open Journal Systems <p>A <em>Revista Brasileira de Sexualidade Humana</em> (RBSH) é um importante periódico científico, com periodicidade semestral, que torna público e acessível os estudos relacionados à sexualidade realizados por profissionais de diversas áreas do conhecimento. É o órgão oficial de divulgação científica da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH). Tem como missão promover acesso a resultados de pesquisas sobre sexualidade tanto para a comunidade científica quanto para o público leigo.&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/608 EXPEDIENTE 2020-10-29T18:29:21-03:00 Ana Cristina Canosa Gonçalves acanosa@uol.com.br 2020-10-27T11:31:20-03:00 Copyright (c) https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/607 EDITORIAL 2020-10-30T13:37:10-03:00 Ana Cristina Canosa Gonçalves acanosa@uol.com.br 2020-10-27T11:30:17-03:00 Copyright (c) https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/318 AS INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS NA PERSPECTIVA DE ADOLESCENTES NA PRÉ-PUBERDADE 2020-10-30T13:39:28-03:00 Beatriz Moreira Furtado beatrizmfurtado@gmail.com Silvia Piedade de Moraes silviapmoraes@hotmail.com José Roberto da Silva Brêtas jrsbretas@gmail.com <p>Estudo qualitativo realizado com um grupo de adolescentes na pré-puberdade entre 10 e 11 anos de idade, com objetivo de verificar o conhecimento sobre as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) e identificar os meios que utilizam para a obtenção de informações sobre o tema. Os dados foram obtidos por meio de oficinas e analisados pelo método de análise de conteúdo do tipo categorial. Desvelaram-se as categorias: conceito de IST; as IST conhecidas; transmissão, prevenção e tratamento; fontes de informação;dúvidas sobre IST. Concluiu-se que é necessário melhorar o conhecimento e a autocrítica das ações educativas relacionadas à sexualidade, abordando essa temática conceitual antes das IST. Apesar da idade, os participantes demonstraram ter informações sobre IST. Os principais meios de comunicação utilizados para obtenção de informações sobre o tema foram: internet; televisão; pais; professores; e colegas de escola. Concluiu-se que o grupo adolescente na pré-puberdade é o mais propício para o início de intervenções primárias sobre sexualidade e IST.</p> 2020-08-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/293 RESPOSTA SEXUAL AUTORREFERIDA DA MULHER NA TERCEIRA IDADE 2020-10-30T13:37:49-03:00 Ana Fátima Souza Melo de Andrade anafatimamelo@hotmail.com Luana da Conceição Costa Cardoso luanacardoso.ccc@gmail.com Taciana Silveira Passos tacianasilveirapassos@gmail.com <p>Apesar do aumento da expectativa de vida, a sexualidade no idoso não tem recebido a devida importância da sociedade. Com o envelhecimento, o corpo passa por alterações fisiológicas, psicológicas e sociais que interferem na prática sexual. O objetivo do presente estudo foi descrever autorrelato de mulheres idosas sobre aspectos que interferem na resposta sexual. Trata-se de um estudo descritivo com amostra de 65 idosas cadastradas em um Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) do município de Aracaju (SE). Foi utilizado um questionário semiestruturado. O teste X2 de Pearson foi utilizado para associação das variáveis. Considerou-se significativo o valor p≤0,05. Os resultados apontaram que 52,54% das entrevistadas eram viúvas e 61% eram sexualmente inativas. O fato de ser viúva (p=0,007), baixa escolaridade (p=0,001) e dormir em quarto compartilhado (p=0,006) esteve associado à inatividade sexual. As causas de inatividade mais relatadas foram a falta de um parceiro (25%) e de privacidade (20%). A maioria das mulheres sexualmente ativas mantinham relações por prazer (86,95%). A idade não teve associação significativa com a atividade sexual. A crença de aceitação dos filhos esteve associada ao interesse das idosas em relacionar-se amorosamente após ficar viúva ou se divorciar (p=0,003). Dessa forma, conclui-se que não foi a idade que interferiu nas relações afetivas e sexuais das idosas entrevistadas, e sim fatores sociais associados ao envelhecimento. Um dos desafios da área da saúde é quebrar os mitos e os preconceitos na sociedade e preparar futuros idosos para uma senescência mais saudável.</p> 2020-10-17T12:28:27-03:00 Copyright (c) https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/58 IMPLICAÇÕES DO VAGINISMO NO COTIDIANO DAS MULHERES 2020-10-30T13:39:08-03:00 Isabelle Siqueira Lima izabelles@sbrash2.com Maria Letícia Pereira de Sousa mleticia_pereira1@yahoo.com.br Melissa de Queiroz Carvalho melissa@sbrash3.com Sandra Rebouças Macedo sandra@sbrash4.com <p>A taxa de incidência do transtorno da dor sexual feminina/vaginismo varia de 11,7% a 42% entre mulheres que apresentam disfunção sexual. Objetivo: descrever implicações do vaginismo no cotidiano das mulheres. Metodologia: estudo de campo, descritivo, transversal e quantitativo, realizado no Grupo de Apoio às Mulheres com Vaginismo, no período de dezembro de 2016 a março de 2017, composto por 51 mulheres diagnosticadas com vaginismo primário. Foram enviados questionários para serem autoaplicados, contendo aspectos biopsicossociais e da função sexual. Resultados: as participantes (n = 51) eram predominantemente da faixa etária de 29 a 39 anos (51%), evangélicas (29%) e de religião não específica (29%), nível superior completo (35%), casadas/em união estável (55%). A maioria associou o vaginismo à educação rígida. Em relação à abordagem profissional, 68% estavam sendo acompanhadas por ginecologistas, 57% por fisioterapeutas pélvicos, 35% estavam em fase de diagnóstico e 37% em tratamento. O intervalo entre as primeiras queixas e o diagnóstico foi de até um ano (45%). A maioria (53%) encontrava-se também insatisfeita com o intervalo entre tratamento e cura. O vaginismo foi associado à baixa autoestima em 47%, e 70% relataram o incentivo do parceiro ao tratamento. A média do total de escore do Female Sexual Function Index foi de 21 (± 8). Conclusão: as mulheres deste estudo apresentaram baixa função sexual, referiram que o vaginismo afeta sua autoestima e relacionaram a disfunção à educação rígida. Também foi identificada a necessidade de uma abordagem profissional mais efetiva, para reduzir o tempo entre as primeiras queixas e a cura.</p> 2020-09-28T11:49:35-03:00 Copyright (c) https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/317 TIPIFICAÇÕES DAS VIOLÊNCIAS SEXUAIS COMETIDAS CONTRA ADOLESCENTES RESIDENTES NA CIDADE DE SÃO PAULO 2020-11-04T17:08:09-03:00 Cintia Leci Rodrigues cintialeci@prof.unisa.br Gabrielle Maria Silva Wolff gabi.mjs@gmail.com Karine Moreira Queiroz Cavalcanti karimedicina@gmail.com Thayane de Sousa Rodriguez Doratiotto thay_anne@hotmail.com <p>A violência doméstica contra crianças e adolescentes é um fenômeno prevalente na história da civilização ocidental, sendo construída socialmente, fundada em crenças, valores, padrões e permissíveis de determinada época e cultura, representando um grande problema de saúde pública. Objetivo: Verificar o perfil epidemiológico das violências sexuais acometidas contra adolescentes residentes na cidade de São Paulo. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal e descritivo. A busca dos dados foi realizada através do Sistema de Informação e Vigilância de Violências e Acidentes (SIVVA) da Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS/SP). O período pesquisado corresponde o período de janeiro de 2018 até março de 2020. Variáveis utilizadas foram o número total de casos, sexo, idade em anos, casos de estupro, exploração sexual, assédio sexual, opção sexual, adolescente transexual, ambiente onde ocorreu a violência e quem executou a violência, em adolescentes dos 10 aos 19 anos, residentes em São Paulo. Resultados e discussão: De acordo com os dados levantados, obtivemos 2559 casos de violência sexual nos últimos 28 meses, com a prevalência de 57% na faixa etária de 10 aos 14 anos e 43% dos 15 aos 19 anos, na qual a variável estupro compreendeu o valor de 1610 casos nas adolescentes heterossexuais, homossexuais e transexuais. Para todas as variáveis, o local com maior número de violências cometidas foi a residência, e o principal agressor foi a variável “desconhecidos”. Conclusão: Os números ainda permanecem em constante crescimento, mesmo com as subnotificações pelos profissionais da saúde que muitas vezes não sabem como lidar com este adolescente e temem pela sua exposição, não notificando a violência de forma correta.</p> 2020-10-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/304 A TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL 2020-10-30T13:37:29-03:00 Julia Vidal Medeiros julia.vmedeiros@gmail.com <p>A violência sexual infantil é um importante problema de saúde pública no Brasil. Dados apontam maior incidência no próprio ambiente intrafamiliar, com relação de vínculo afetivo entre o agredido(a) e o ofensor sexual. Assim, o presente trabalho teve como objetivo compreender o que leva os indivíduos ofenderem sexualmente crianças do mesmo contexto familiar segundo a terapia cognitivo comportamental. Constituiu-se de uma revisão da literatura de produções científicas publicadas de 2008 a 2018, nas principais bases de dados nacionais. Os dados mostraram que a maioria dos ofensores são do sexo masculino, adulto, com laços de confiança e cuidado com a vítima. Com motivações ligadas à manifestação de fantasias sexuais, distorções cognitivas e comportamento impulsivo frente a estresse psíquico, devido a possíveis causas biológicas, temperamentais e ambientais. São necessárias intervenções multidisciplinares com foco na abordagem cognitiva comportamental.</p> 2020-10-17T12:29:55-03:00 Copyright (c) https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/306 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO APÓS DIAGNÓSTICO DE SÍFILIS NO PRÉ-NATAL DE BAIXO RISCO 2020-10-30T13:38:29-03:00 Aline Hora aline.barretoh@hotmail.com Emanuelle Machado Santos sbrash373@sbrash.org.br Karolânia Dias da Cruz sbrash143@sbrash.org.br Fernanda Kelly Fraga Oliveira sbrash243@sbrash.org.br Adhara Shuamme Bento Fraga sbrash5343@sbrash.org.br Lourivânia Oliveira Melo Prado sbrash5343@sbrash.org.br Ândria Silveira Almeida sbrash173@sbrash.org.br <p>Compreender a atuação do enfermeiro no atendimento a gestantes diagnosticadas com sífilis durante o pré-natal de baixo risco. Método: trata-se de um estudo bibliográfico, descritivo com abordagem qualitativa. Realizou-se levantamento bibliográfico nas bases de dados Scientific Electronic Library Online (SciELO), Base de dados de Enfermagem (BDENF), Publicações Bibliográficas Médicas (PubMed) e MEDLINE, utilizando o operador booleano AND. Foram incluídos na presente pesquisa artigos entre os anos de 2014 e 2018, abordando a temática sobre o cuidado do enfermeiro com gestantes diagnosticadas com sífilis na Atenção Primária à Saúde, on-line, gratuitos e nos idiomas português e inglês e excluídos os artigos que não contemplaram a temática. Resultados: identificou-se que os profissionais em sua maioria possuem o preparo ideal para o cuidado da gestante diante de um resultado positivo para sífilis, porém concordam que ainda há profissionais carentes de conhecimento e que a busca constante por conhecimento é o caminho para uma melhor conduta e, consequentemente, melhoria do cuidado as gestantes. Conclusão: observa-se que o enfermeiro tem papel fundamental no combate a sífilis principalmente, no pré-natal, impedindo agravos ao bebê, como observa-se também, que esse profissional tem se mostrado cada vez mais preparado.</p> 2020-10-17T12:21:04-03:00 Copyright (c) https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/301 DIVERSIDADE SEXUAL NA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2020-10-30T13:38:49-03:00 Maria Anastácia Ribeiro Maia Carbonesi anastaciamaia@hotmail.com <p>Esta pesquisa inova ao focalizar as percepções da diversidade sexual numa instituição de educação superior, com comportamentos de acolhimento, respeito e rejeição em face de jovens e adultos gays e lésbicas. Adotou-se em especial a perspectiva sociológica durkheimeana em um estudo de caso realizado com estudantes de graduação, em diferentes períodos, por meio da análise de conteúdo de entrevistas semiestruturadas em profundidade, com amostra do tipo bola de neve. As(os) participantes revelaram sentimentos de liberdade em ambiente adulto face às agressões de colegas e de professores sofridos na educação básica. Não verificaram bullying ou assédio, mas expressões implícitas de preconceitos de alunas(os) e de raras(os) professoras(es). Pressões sociais foram mais intensamente captadas por gays que lésbicas. A religião institucionalizada e a família constituíram os maiores obstáculos relatados em sua vida.</p> 2020-10-17T11:45:24-03:00 Copyright (c) https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/609 ENTREVISTA COM O MÉDICO GINECOLOGISTA GERSON LOPES 2020-10-30T13:36:49-03:00 Lina Wainberg linawainberg@hotmail.com 2020-10-28T19:56:09-03:00 Copyright (c) https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/320 SAÚDE SEXUAL E ENVELHECIMENTO 2020-10-30T13:38:09-03:00 Leilane Raquel Spadotto de Carvalho leilane.spadotto@hotmail.com <p>NETTO, Tatiana de Cássia Ramos. Saúde sexual e envelhecimento: revisão da literatura e apontamentos sobre<br>a prevenção. 2020. Tese (Doutorado em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem) – Faculdade de Ciências, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Bauru, 2020.</p> 2020-10-17T12:24:20-03:00 Copyright (c) https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/302 SEXUALIDAD(ES) EN CLAVE CULTURAL 2020-10-30T13:39:48-03:00 Maria José Souza Pinho mjpinho@uneb.br <p>Essa resenha apresenta um material informativo e educativo sobre a saúde sexual e reprodutiva de pessoas migrantes que estão morando na Espanha. Aborda questões que caminham do viés biológico ao social, de forma clara, leve e verdadeira numa perspectiva emancipatória com o corpo.&nbsp;</p> 2020-08-11T00:00:00-03:00 Copyright (c)