https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/issue/feed Revista Brasileira de Sexualidade Humana 2021-04-13T15:15:10-03:00 Ana Cristina Canosa Gonçalves acanosa@uol.com.br Open Journal Systems <p>A <em>Revista Brasileira de Sexualidade Humana</em> (RBSH) é um importante periódico científico, com periodicidade semestral, que torna público e acessível os estudos relacionados à sexualidade realizados por profissionais de diversas áreas do conhecimento. É o órgão oficial de divulgação científica da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH). Tem como missão promover acesso a resultados de pesquisas sobre sexualidade tanto para a comunidade científica quanto para o público leigo.&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/968 EXPEDIENTE 2021-03-09T15:02:09-03:00 Ana Cristina Canosa Gonçalves acanosa@uol.com.br 2021-03-04T18:19:07-03:00 Copyright (c) 2021 Ana Cristina Canosa Gonçalves https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/887 EDITORIAL 2021-03-05T14:36:04-03:00 Ronaldo Zacharias sbrash243@sbrash.org.br 2020-12-30T19:51:29-03:00 Copyright (c) 2020 Ana Canosa https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/321 A RESPONSABILIDADE E A INSEGURANÇA SOB O OLHAR DE MULHERES DE DIFERENTES GERAÇÕES APÓS O DIAGNÓSTICO DE HIV: ANÁLISE DE DISCURSO SOBRE SEXUALIDADE 2021-03-05T14:36:28-03:00 Cleuma Sueli Santos Suto cleuma.suto@gmail.com Edméia de Almeida Cardoso Coelho edmeia@ufba.br Mirian Santos Paiva paivamirian@hotmail.com Carle Porcino cporcino@gmail.com Pablo Luiz Santos Couto pabloluizsc@hotmail.com <p>O objetivo deste estudo foi analisar o discurso de mulheres com diagnóstico de HIV sobre sexualidade considerando as características geracionais. Realizou-se uma pesquisa qualitativa em serviço de atenção especializada com 39 mulheres. O instrumento de coleta foi a entrevista e a técnica de Análise de Discurso que possibilitou operações semânticas e lógicas que revelaram a linguagem em interação por meio de categoria. Os resultados revelaram que a sexualidade é concebida segundo subgrupos geracionais como se manter fiel a um relacionamento afetivo-sexual, nem sempre satisfatório (jovens); arrependimento, medo e ciúmes do parceiro, mantendo o foco no autocuidado e no papel materno (adultas e de meia- -idade); centrado no binômio filho/infecção e na autocensura (idosas). Os aspectos geracionais divergentes ratificam a necessidade de novos estudos que abordem a temática ao revelar uma sexualidade que é negada e precisa permanecer em segredo, configurando e potencializando vulnerabilidades femininas que demandam cuidados e habilidades profissionais, considerando essas especificidades.</p> 2020-12-30T19:46:48-03:00 Copyright (c) 2020 Cleuma Sueli Santos Suto, Edméia de Almeida Cardoso Coelho, Mirian Santos Paiva, Carle Porcino, Pablo Luiz Santos Couto https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/679 DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS: O DESAFIO DO EXERCÍCIO DA SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA 2021-03-05T16:19:21-03:00 Maria José Dias de Freitas mjddfreitas@gmail.com José Roberto Brêtas jrsbretas@gmail.com <p>O estudo parte de pesquisa qualitativa em escola do município de São Paulo com adolescentes de 14 a 17 anos. O objetivo foi conhecer práticas discursivas sobre sexualidade entre os estudantes. A abordagem teórico metodológica é a da produção de sentidos do cotidiano, uma forma de trabalhar com a linguagem. Os dados foram coletados em grupos focais, e, para o conteúdo das narrativas, adotamos a análise crítica do discurso. Emergiram violações a direitos humanos e sexuais, que ensejam a necessidade de fomentar políticas públicas de atenção aos adolescentes que visem combater o assédio, a violência sexual e a discriminação.</p> 2020-12-30T19:42:08-03:00 Copyright (c) 2020 Maria José Dias de Freitas, José Roberto Brêtas https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/638 ASPECTOS SOCIOEMOCIONAIS ENVOLVIDOS NA TRANSEXUALIDADE 2021-03-05T14:35:42-03:00 Roberto Nascimento de Albuquerque albuquerque.roberto@gmail.com Matheus Máximo Rodrigues da Silva matheusmaximo_@hotmail.com <p>O processo transexualizador tem sido motivo de diversas discussões, porém não se observa o mesmo espaço para debater sobre isso sob a visão da pessoa transexual. Nesse contexto, o presente trabalho buscou identificar os aspectos socioemocionais envolvidos no processo transexualizador por meio de um estudo de caso. A coleta e análise de dados proporcionaram a elaboração das seguintes unidades de significados: A descoberta da identidade de gênero; O sofrimento; A transfobia; Motivação para o processo transexualizador; O pós-cirúrgico e o futuro. O processo transexualizador deve ser visto como um direito da população transexual e garantido pelo Sistema Único de Saúde. Além disso, transexuais que passam por esse procedimento aumentam sua autoestima, além de diminuirem o sofrimento psíquico que, muitas vezes, acarreta sérios transtornos mentais e, em casos extremos, o suicídio.</p> 2021-03-03T17:12:35-03:00 Copyright (c) 2021 Roberto Nascimento de Albuquerque, Matheus Máximo Rodrigues da Silva https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/790 PRAZER SEXUAL EM TEMPOS DA COVID-19 2021-04-13T15:15:10-03:00 Alcione Bastos Alves alcione.ba@gmail.com Claudia Regina de Oliveira Vaz Torres vaztorres@gmail.com Maria José Souza Pinho dede._p@hotmail.com Tereza Cristina Pereira Carvalho Fagundes tcrispf@uol.com.br <p>Prazer sexual em tempos de Covid-19 foi o tema da celebração do Dia Mundial de Saúde Sexual 2020, que motivou as reflexões que resultaram neste artigo. Contextualizando a Declaração dos Direitos Sexuais, abordamos inicialmente a educação em sexualidade como um imperativo e como um direito, enfatizando a abrangência desta educação com crianças e adolescentes, na família, na escola e em outros espaços socioeducativos. Discutimos a questão do prazer sexual limitado neste tempo de distanciamento social, isolamento e quarentena, bem como as consequentes desmotivações, frustrações, estresses, medos e violências entre as pessoas. Nesse sentido, esperamos contribuir para a discussão sobre essa situação histórica e excepcional causada pela pandemia no que se refere a questões relacionadas às alterações e vivências das sexualidades.</p> 2020-12-30T12:20:19-03:00 Copyright (c) 2020 Tereza Cristina FAGUNDES https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/473 ASSOCIAÇÃO ENTRE DISFUNÇÕES ANORRETAIS E PRÁTICA DE SEXO ANAL EM HOMOSSEXUAIS DO SEXO MASCULINO QUE UTILIZAM O ÂNUS COMO VIA ÚNICA DE SEXO 2021-03-05T16:49:20-03:00 Clara Beatriz Torres Maciel clarab.torres@outlook.com Maytta Rochelly Lopes da Silva maytta.r@hotmail.com Náthaly Farias nathalythays1@hotmail.com Belisa Duarte Ribeiro de Oliveira belisaduarte@asces.edu.br Ana Maria Sá Barreto Maciel anabarreto@asces.edu.br <p>A incontinência fecal é determinada como a passagem sem controle do bolo fecal líquido ou sólido pelo esfíncter anal. Os homens que usam o ânus como via única de sexo estão mais sujeitos a lesões anorretais porque o ânus não apresenta elasticidade e nem lubrificação natural, fato que ocasiona fragilidades às suas estruturas. De acordo com Barros (2019), o ano de 2018 comparado com os anos anteriores apresentou um crescente número de casamentos entre homossexuais no país, sendo 41,57% entre homens homossexuais. Diante disso, existe a necessidade da melhora da atenção à saúde desses indivíduos, então este estudo teve como objetivo coletar evidências científicas que embasam a hipótese de que o uso do ânus como via única de sexo está associado a maiores índices de incontinência fecal. Trata-se de um estudo descritivo do tipo revisão de literatura realizado com o objetivo de conduzir uma síntese de artigos que analisaram a relação entre incontinência fecal e utilização do ânus como via única de sexo. Foram utilizados quatro artigos com uma amostra total de 6968 homens praticantes de sexo anal. Dentre essas causas observadas nos estudos pode citar a diminuição da pressão de repouso, redução da eletrossensibilidade da mucosa anal, lesões no esfíncter interno, bem como o próprio sexo anal como agente causador de mudança na consistência das fezes ou os mecanismos de continência. Há fortes indícios de que a baixa pressão de repouso anal está associada a índices mais altos de incontinência fecal, além do fato de homens anorreceptivos terem mais incontinência fecal do que mulheres. As evidências encontradas nesta revisão apontam para fortes indícios de que indivíduos que praticam relação sexual anorreceptiva apresentam baixa pressão de repouso anal, no qual, tal alteração está associada a índices mais altos de incontinência fecal.</p> 2020-12-30T19:46:04-03:00 Copyright (c) 2020 Náthaly Farias, Clara Beatriz Torres Maciel, Maytta Rochelly Lopes da Silva, Ana Maria Sá Barreto Maciel, Belisa Duarte Ribeiro de Oliveira https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/677 O POLIAMOR NO BRASIL CONTEMPORÂNEO 2021-03-05T16:26:07-03:00 Carla Ruiz Martin acarlota.art@gmail.com Meireluci Costa Ribeiro ribeiro.meire20@gmail.com <p>Os relacionamentos afetivos e sua construção fazem parte dos desafios da contemporaneidade. As pessoas buscam por diferentes tipos de relacionamentos, inclusive o poliamor, que é a possibilidade de amar e se relacionar afetivamente com mais de uma pessoa ao mesmo tempo. O objetivo desta revisão integrativa foi analisar como os adeptos desse tipo de relação definem o termo poliamor e suas implicações afetivas e sociais. Fizemos buscas no Google Scholar por estudos sobre esse tema realizados no Brasil nos últimos dez anos e incluímos seis estudos. Os participantes definem poliamor como uma forma de se relacionar em que há mais de uma relação amorosa ao mesmo tempo, e consideram esse tipo de relacionamento mais evoluído do que a monogamia. Destacamos e analisamos questões associadas ao poliamor como ciúme, idealização do poliamor, fidelidade e polifidelidade, preconceito, casamento, e equidade de gênero, assim como os desafios desse tipo de relacionamento com os parceiros amorosos, as famílias e a sociedade. Os participantes dos estudos relataram que as constantes pressões sociais e familiares, e as dificuldades para reivindicar direitos, contribuem para a falta de reconhecimento das relações poliamorosas pela sociedade.</p> 2021-03-03T17:15:45-03:00 Copyright (c) 2021 Meireluci Costa Ribeiro https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/676 UM CASO DE EJACULAÇÃO RETARDADA EM PACIENTE COM TAG E TOC 2021-03-05T14:37:59-03:00 Arnaldo Barbieri Filho abarfilho@yahoo.com.br <p>A Ejaculação Retardada (ER) é um quadro pouco frequente para o qual não há consenso em relação ao tratamento medicamentoso. É fundamental que etiologias orgânicas sejam devidamente diagnosticadas e tratadas, como é o caso do hipotireoidismo, da deficiência androgênica e dos retardos devido à ação de medicamentos, dentre os quais, vários antidepressivos. Porém, muitos pacientes apresentam retardo ejaculatório e anorgasmia devido apenas a razões psicogênicas. Assim, o diagnóstico psiquiátrico é muito importante para a escolha da melhor abordagem medicamentosa para cada indivíduo. No caso clínico apresentado, o paciente tem sintomas de Transtorno da Ansiedade Generalizada (TAG) além do quadro sexual de ER, Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e antecedentes de Impulso Sexual Excessivo. Foram devidamente descartadas todas as possíveis causas orgânicas. Portanto, o tratamento medicamentoso exigia drogas que agissem na ansiedade generalizada e no TOC não piorando a ER e, se possível, melhorando-a. Como a ação da serotonina no receptor pós sináptico 5 HT2A tende a inibir o reflexo medular do orgasmo, foi escolhida a Mirtazapina (anti 5HT2A). Esta também ajudou a melhorar sua insônia pelo efeito anti-histamínico. A Buspirona foi acrescentada devido ao fato de ser um ansiolítico de efeito dopaminérgico, o qual pode melhorar tanto o desejo sexual eventualmente prejudicado pela Mirtazapina como a própria ER.</p> 2020-12-30T19:42:59-03:00 Copyright (c) 2020 Arnaldo Barbieri Filho https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/610 ENTREVISTA COM A ENFERMEIRA, EDUCADORA SEXUAL ESPECIALISTA EM SAÚDE PÚBLICA E EM SEXUALIDADE HUMANA - LENA VILELA 2021-03-05T14:37:16-03:00 Tereza Cristina Fagundes tcrispf@uol.com.br <p>Maria Helena Brandão Vilela ou LENA VILELA – Membro associada da SBRASH, nossa colega é&nbsp;Enfermeira, Educadora Sexual especialista em Saúde Pública e em Sexualidade Humana pelo Centro de Estudos de Sexualidade Instituto H. Ellis. Como&nbsp;&nbsp;uma das fundadoras do Instituto Kaplan, foi&nbsp;Diretora&nbsp;Executiva e Coordenadora de Projetos, no Centro de Estudos da Sexualidade Humana. Criadora&nbsp;do Programa Papo Firme declara que sua principal missão é&nbsp;"capacitar Pais e Mães em como abordar e orientar seus filhos sobre a sexualidade".</p> 2020-12-30T19:45:20-03:00 Copyright (c) 2020 Tereza Cristina FAGUNDES https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/653 SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO SEXUAL DE ALUNOS (AS) ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL 2021-03-05T14:37:37-03:00 Bianca Longhitano bella_biancalonghitano@hotmail.com <p><span style="font-weight: 400;">DE CARVALHO, Leilane Raquel Spadotto de Carvalho. Sexualidade e educação sexual de alunos (as) alvo da educação especial: concepções de professores (as). 2020. Dissertação (Mestrado em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem) – Faculdade de Ciências, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Bauru, 2020.</span></p> 2020-12-30T19:44:22-03:00 Copyright (c) 2020 BIANCA LONGHITANO https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/450 DEVASSOS NO PARAÍSO 2021-03-05T14:39:05-03:00 Matheus Svóboda Caruzo psicaruzo@gmail.com <p>O presente trabalho é uma resenha descritiva da obra “Devassos no paraíso: a homossexualidade no Brasil da colônia à atualidade”, escrita pelo autor João Silvério Trevisan. Amplamente divulgado e referenciado desde a sua primeira edição, o título impulsionou uma expressiva interlocução entre ativistas do movimento LGBTQIA+ e pesquisadores do tema, fornecendo um amplo panorama histórico sobre a construção da homossexualidade no Brasil.</p> 2020-12-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Matheus Svóboda Caruzo, Emmy Uehara Pires