https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/issue/feed Revista Brasileira de Sexualidade Humana 2021-06-29T15:05:34-03:00 Ana Cristina Canosa Gonçalves acanosa@uol.com.br Open Journal Systems <p>A <em>Revista Brasileira de Sexualidade Humana</em> (RBSH) é um importante periódico científico, com periodicidade semestral, que torna público e acessível os estudos relacionados à sexualidade realizados por profissionais de diversas áreas do conhecimento. É o órgão oficial de divulgação científica da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH). Tem como missão promover acesso a resultados de pesquisas sobre sexualidade tanto para a comunidade científica quanto para o público leigo.&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/975 “HOMEM NÃO FALA SOBRE VIDA SEXUAL!” 2021-06-29T15:05:12-03:00 André Henrique dos Santos Francisco andreh77@gmail.com <p>Resenha da Dissertação de Mestrado em Antropologia, de Thuani Coutinho Gomes de Queiroz, intitulada "'Homem não fala sobre vida sexual!': Iniciações, violências e outros apontamentos masculinos sobre sexo e sexualidade". (Niterói, 2020). Neste trabalho, a autora apresenta o resultado de sua pesquisa, que envolveu a entrevista de 7 homens de idades, origens e orientações sexuais distitas, acerca da construção de masculinidades, perpassadas pela vida sexual de cada um deles e o papel de assédios e violência sexuais nessa construção. A pesquisa surgiu do interesse da autora em pesquisar sobre abuso sexual masculino, saindo da visão mais comum do homem como abusador e tentando enxergar os homens numa eventual posição de vítima. Aponta as dificuldades em fazer os homens falarem sobre suas experiências negativas e, também, sobre o p´róprio entendimento do que seria ou não uma experiência negativa - o quanto isso está marcado por elementos relacionais e situacionais.</p> 2021-06-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 André Henrique dos Santos Francisco https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/231 SIMPLESMENTE HOMEM 2021-06-29T15:04:51-03:00 Breno Rosostolato brenorosostolato@gmail.com <p>Resenha de livro</p> 2021-06-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Breno Rosostolato https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/994 EXPEDIENTE 2021-06-28T17:39:09-03:00 Ana Canosa acanosa@uol.com.br 2021-06-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 0 https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/990 ENTREVISTA COM A PSICANALISTA E ESCRITORA - REGINA NAVARRO LINS 2021-06-29T15:01:25-03:00 Maria José Souza Pinho mjpinho@uneb.br <p>Regina Navarro Lins, psicanalista e escritora, trabalha há 47 anos em seu consultório particular. Ex-professora de Psicologia do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio, foi colunista de diversos jornais e apresentou programas de rádio. Durante oito anos teve um blog no portal Uol. Realiza palestras sobre relacionamento amoroso em várias cidades do país. É a especialista do programa <em>Amor&amp;Sexo</em>, da TV Globo. Durante quatro anos foi colunista semanal e comentarista da Globonews. É autora de 13 livros sobre relacionamento amoroso, entre eles o <em>best seller A cama na varanda</em>, <em>O livro do amor</em>, <em>Novas formas de amar</em> e <em>Amor na vitrine: um olhar sobre as relações amorosas contemporâneas</em>.</p> 2021-06-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Maria José Souza Pinho https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/962 ESTUDO COMPARATIVO DA QUALIDADE DE VIDA SEXUAL EM INDIVÍDUOS COM LESÃO MEDULAR: PARATLETAS E NÃO PARATLETAS 2021-06-29T15:04:30-03:00 Lissa Oliveira Abreu lissa.abreu22@gmail.com Geovanna Romana Matos Amaral Ferreira ferreirageovanna044@gmail.com Wendel de Lima Albuquerque wendellima547@gmail.com Iranete Corpes Oliveira França iranetecorpes@hotmail.com Susanne Cristine Brito e Silva susanne.fisio123@gmail.com Caren Helouise da Costa Priante caren_priante@hotmail.com Claudia Jeane Claudino de Pontes Miranda cjpontes@terra.com.br <p>A lesão medular (LM) é responsável por ocasionar danos neurológicos que interferem na autonomia de um indivíduo, ela caracteriza-se por alterações motoras, sensitivas e do sistema nervoso autônomo que podem variar de acordo com localização da lesão. Dentre as consequências dessas alterações da LM estão as disfunções sexuais. Dispor de uma vida sexual ativa e saudável contribui para uma melhor qualidade de vida de um indivíduo. A função sexual é reconhecida pela OMS como um sinal de saúde, sendo assim, as disfunções sexuais são consideradas um problema de saúde pública. A prática esportiva é um recurso importante para a melhora a funcionalidade, autoestima, auto-aceitação, prevenir o desenvolvimento de limitações funcionais secundárias, além da melhora da qualidade de vida sexual. O objetivo deste estudo é comparar a qualidade de vida sexual de paratletas e não paratletas. O tipo de pesquisa é descritivo, utilizando métodos quantitativos, na mensuração das frequências absolutas e relativas. Os dados foram colhidos através de um questionário de sexualidade humana para indivíduos com lesão medular (QSH-LM modificado). Nos resultados adotou-se para realização do teste um nível de significância de p-valor &lt; 0.05; 92,3% eram muito satisfeito antes da LM (p=0,3352). Depois da lesão, a satisfação sexual, que está ligado a qualidade de vida sexual, 43% dos não paratletas relataram moderadamente satisfeito (p=0,041) enquanto que 50% dos atletas com LM assinalaram o mesmo quesito (p=0,041). Somente 7,7% relatou muito satisfeito depois da lesão medular (p=0,6286).</p> 2021-06-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Lissa Oliveira Abreu, Geovanna Romana Matos Amaral Ferreira, Wendel de Lima Albuquerque, Iranete Corpes Oliveira França, CAREN HELOUISE DA COSTA PRIANTE, SUSANNE CRISTINE BRITO E SILVA, Claudia Jeane Claudino de Pontes Miranda https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/917 FUNÇÃO DO ASSOALHO PÉLVICO EM PESSOAS TRANSGÊNEROS 2021-06-29T15:03:28-03:00 Alessandra Rodrigues de Souza alessandrarodrix@rocketmail.com.br Silvia Noffs Motta silvianoffs@yahoo.com.br Mariane Castiglione mariane.castiglione@fmabc.br Juliana Schulze Burti juschulze@gmail.com <p><strong>Introdução:</strong> Pessoas transgênero são aqueles que apresentam uma divergência entre seu sexo biológico e sua identidade de gênero. Nos últimos anos, a “transexualidade” tem ganhado maior visibilidade na sociedade e mídia e motivado discussões e estudos por profissionais de saúde. <strong>Objetivo: </strong>Investigar a presença de sintomas urogenitais, anorretais e sexuais na população transgênero. <strong>Metodologia: </strong>Foram avaliadas as funções urogenitais e sexuais de pessoas transgênero. Os participantes foram divididos em dois grupos: G1 – homens trans e G2 – mulheres trans. Utilizou-se três instrumentos validados: O Questionário de desconforto no assoalho pélvico (PFDI-20) para avaliar prolapso de órgãos pélvicos (POP), distúrbios urinários e anorretais; e o Índice Internacional de Função Erétil (IIEF) e o Índice de Função Sexual Feminina (FSFI) para avaliar a função sexual, estes últimos escolhidos de acordo com o órgão genital que a pessoa possuía. <strong>Resultados: </strong>Foram analisados os dados de 19 transgêneros, com média de idade de 25,1 anos. No PFDI-20 o G1 teve escore 55,2 e o G2 escore de 27, 6, não indicando distúrbios dessa natureza. No IIEF o G1 pontuou 27, 2 pontos em média e no FSFI o G2 pontuou 19, 3 pontos, ambos apontando para uma função sexual ruim. <strong>Conclusão:</strong> A população transgênero estudada apresentou baixa prevalência de distúrbios urogenitais. A função sexual foi classificada como ruim, para homens e mulheres transgêneros, sendo a satisfação sexual o pior, e o desejo sexual o melhor aspecto encontrado.</p> 2021-06-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Alessandra Rodrigues de Souza, Silvia Noffs Motta, Mariane Castiglione, Juliana Schulze Burti https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/961 PREVALÊNCIA DE DISFUNÇÕES SEXUAIS ENTRE MULHERES ATENDIDAS EM UNIDADES DE SAÚDE DE CURITIBA 2021-06-29T15:05:34-03:00 Caroline Silveira Schlossmacher caroline.dsilveira@gmail.com Fernanda Bonato fernandacbonato@gmail.com Lucas Schlossmacher schloss.lucas@gmail.com <p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a disfunção sexual como um problema de saúde pública devido às significativas alterações e perdas que pode causar na qualidade de vida (WHO, 2002; WHOQOL GROUP, 1994). Esta pesquisa teve como objetivo verificar a prevalência de disfunções sexuais femininas em unidades de saúde de Curitiba. Como método foram utilizados uma anamnese clínica e sociodemográfica e o questionário Índice de Função Sexual Feminina (IFSF). Foram entrevistadas cem mulheres de quatro unidades de saúde. Para análise dos dados foi utilizado o programa Excel com análises estatísticas e de comparação. Como resultado encontrou-se prevalência de 36,8% de disfunções sexuais e de 49% de dificuldades sexuais, sendo que a média do score do IFSF foi de 26,56, valor próximo à nota de corte (26,55). Os dados mostram que a dificuldade sexual mais prevalente foi relacionada ao desejo sexual. Verificou-se que existe relação de disfunções sexuais com idade e menopausa. O presente estudo constatou, ainda, o desconhecimento acerca da sexualidade e sobre disfunções sexuais na amostra estudada, principalmente frente a questão de tabus que permeiam a sexualidade. A partir do estudo, conclui-se significativa prevalência de disfunções e dificuldades sexuais em mulheres atendidas em unidades básicas de saúde de Curitiba, demonstrando o quão importante é o trabalho de educação em sexualidade e intervenções clínicas para redução das queixas sexuais - especialmente na saúde pública.</p> 2021-06-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Caroline Silveira Schlossmacher, Fernanda Bonato, Lucas Schlossmacher https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/888 AUTOIMAGEM E PERCEPÇÃO CORPORAL DURANTE O PERÍODO GESTACIONAL: 2021-06-29T15:02:27-03:00 Beatriz Almeida Ferraz bia.1305@outlook.com Catarine Gawriljuk Masotti catarinemasotti@gmail.com Fernanda Antico Benetti benetti.fernanda@gmail.com Amanda Estevão manda.est@hotmail.com <p><strong>Introdução:</strong> A gestação é marcada por diversas mudanças fisiológicas em um curto período de tempo, trazendo às grávidas novas percepções a respeito de si. Muitas vezes, a idealização de um corpo perfeito interfere diretamente em sua imagem e percepção corporal, trazendo um impacto negativo em cima de um momento único a ser vivenciado. Contudo, explora-se que o exercício físico traz benefícios, considerando as mudanças fisiológicas e psicológicas durante a gravidez. <strong>Objetivo:</strong> Realizar uma revisão de literatura integrativa e analisar se existem alterações de imagem e percepção corporal durante o período gestacional, assim como descrever o impacto de exercícios frente a essas possíveis alterações. <strong>Metodologia:</strong> Trata-se de uma revisão de literatura integrativa, onde foi realizada uma busca nas bases de dados, PEDro e PubMed, utilizando os descritores: Body Image, Perception, Exercises, Pregnant Women, Pregnant. <strong>Resultados:</strong> Foram encontrados 13 artigos que se enquadravam e estavam de acordo com as propostas idealizadas. Nesses, os autores concordam que os exercícios impostos às gestantes são de extrema importância, reduzindo as alterações relacionadas à imagem e à percepção corporal. No entanto, deve-se enaltecer todas as mudanças fisiológicas e psicossociais, nunca deixando de orientar e acolher este público. <strong>Conclusão:</strong> Conclui-se que a imagem corporal e a autopercepção são alteradas durante a gravidez, promovendo impactos na qualidade de vida e no bem-estar. Com isso, é de extrema importância a realização de exercícios neste período, a fim de diminuir os impactos e melhorar a autoestima, aceitação e imagem corporal dessas mulheres.</p> 2021-06-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Beatriz Almeida Ferraz, Catarine Gawriljuk Masotti, Fernanda Antico Benetti, Amanda Estevão https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/889 ADESÃO AO RASTREAMENTO DO CÂNCER DE COLO DE ÚTERO NA POPULAÇÃO TRANS 2021-06-29T15:02:47-03:00 Alice Tavares da Mota tavares.mota2012@hotmail.com Denisson dos Santos Andrade denissonandradee@gmail.com Fernanda Costa Martins Gallotti fercosmart@gmail.com Fernanda Dantas Barros nanda-dantas@hotmail.com Letícia Freire Gonzaga leticiafreiregonzaga@gmail.com Luanna Feitosa lua.jem@gmail.com Taciana Silveira Passos tacianasilveirapassos@gmail.com <p>O câncer do colo do útero é um dos mais comuns entre aqueles que apresentam o aparelho reprodutor feminino. No entanto, é prevenível e tratável, mas há uma dificuldade de captação do público alvo bem como baixa adesão ao rastreamento na periodicidade adequada mesmo na população feminina cisgênero, sendo esta dificuldade acentuada entre os transexuais. Por isso, este artigo objetivou analisar a realidade da população transexual, em especial dos homens trans, buscando identificar as experiências, dificuldades e necessidades destes quanto à adesão ao exame citopatológico para rastreamento do câncer de colo de útero na Atenção Primária através de uma revisão integrativa com busca realizada em três bases de dados: Scopus, ScienceDirect e PubMed, sendo obtida uma amostra de 8 artigos para a composição deste estudo. Os resultados mostraram que os usuários trans procuram bem menos o serviço de saúde quando comparado ao público heterossexual/cisgênero, tanto pela abordagem, manejo e falta da relação paciente-profissional durante a consulta e exame quanto pelo desconforto e disforia de gênero, levando assim à baixa adesão ao serviço de saúde. Alguns artigos trazem ainda, em conseguinte a este ponto, a preferência de alguns usuários pela auto-coleta.</p> 2021-06-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Alice Tavares da Mota, Denisson dos Santos Andrade, Fernanda Costa Martins Gallotti, Fernanda Dantas Barros, Letícia Freire Gonzaga, Luanna Feitosa, Taciana Silveira Passos https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/916 REVISÃO SISTEMATIZADA DA LITERATURA CIENTÍFICA NACIONAL ACERCA DA HISTÓRIA DO HIV/AIDS. 2021-06-29T15:03:07-03:00 Italo Fernandes italo_fernandesfernandes@hotmail.com Maria Alves de Toledo Bruns toledobruns@gmail.com.br <p>Cerca de 37 milhões de pessoas no mundo, sendo 966 mil no Brasil, em particular, convive com o vírus da imunodeficiência humana/síndrome da imunodeficiência adquirida (HIV/AIDS). A doença teve seus primeiros registros no início da década de 1980. Dois pesquisadores são destaques na descoberta do vírus. Os médicos e pesquisadores Robert Charles Gallo, e Luc Montagnier. Partindo dessa evidência, emergiu a questão norteadora: “o que a literatura científica nacional oferece sobre a história do HIV/AIDS?”. Para responder essa indagação foi realizado uma revisão sistemática e meta-análise nas bases de dados: SciELO e BDTD.&nbsp; Os descritores combinados foram: “aids or hiv”, “origem or descoberta or história”, “epidemia”. Resultados: 217 trabalhos publicados (Scielo n= 49; BDTD n= 168) excluídos 209 por não atender a temática. Foram analisados 8 estudos na íntegra. Posteriormente categorizados por eixos temáticos: (1) A doença na interface com o estigma; (2) A doença na interface com as políticas de saúde pública; e (3) A doença na interface com a mídia. Fica evidente que há um grande acervo de pesquisas sobre HIV/AIDS no Brasil. Lamentavelmente, nesses estudos analisados, em nenhum momento o diálogo familiar é apontado como forma de resposta da epidemia do vírus. Portanto, é importante considerar, que as matrizes de sentido, família e escola, devem assumir um diálogo amoroso e esclarecedor com os adolescentes e jovens, pautado em evidências e comprometida com a saúde sexual contemporânea em prol de uma melhor qualidade de vida afetivo-sexual de todos/todas brasileiros/brasileiras.</p> 2021-06-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Italo Fernandes, Maria Alves de Toledo Bruns https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/963 FUNÇÕES E DISFUNÇÕES PÉLVICAS - PAPEL DA FISIOTERAPIA PÓS CIRURGIA DE AFIRMAÇÃO DE GÊNERO EM MULHERES TRANSEXUAIS 2021-06-29T15:01:47-03:00 Roberta Paganini roberta.paganini@hotmail.com Adriana Nagahama adri.nagahama@gmail.com Fernanda Antico Benetti benetti.fernanda@gmail.com Amanda Estevão manda.est@hotmail.com Mariane Castiglione mariane.castiglione@fmabc.br <p><strong>Introdução: </strong>A cirurgia de afirmação de gênero é um procedimento cujo objetivo é estabelecer as pessoas transexuais a completa interação entre o corpo, a mente e a identidade sexual. Assim como outras cirurgias existem diversas complicações que podem ocorrer, entretanto, são pouco elucidadas na literatura, igualmente a atuação da fisioterapia frente a essas complicações. <strong>Objetivo: </strong>Analisar as funções e disfunções pélvicas, e verificar a atuação da fisioterapia pós cirurgia de afirmação de gênero em mulheres transexuais. <strong>Metodologia: </strong>Trata-se de uma revisão de literatura integrativa. Para execução foram realizadas buscas nas bases de dados PEDro e PubMed. Os descritores em ciências da saúde utilizados foram: “Pessoas Transgênero”, “Modalidades de Fisioterapia”, “Assoalho Pélvico” e “Transexualismo”. <strong>Resultados: </strong>Foram encontrados nove artigos que contemplavam a proposta idealizada. Foi observado que existe consenso em relação à alta incidência de complicações pélvicas, entretanto, a atuação da fisioterapia foi citada apenas em dois estudos. A função sexual, é um dado conflitante, visto que alguns pacientes relatam incapacidade de realizar qualquer ato sexual, e outras relatam orgasmos frequentes e em relação a funcionalidade, estética e qualidade de vida as pacientes apresentam boa satisfação.<strong> Conclusão: </strong>A cirurgia de afirmação de gênero está relacionada a complicações pós-operatórias relevantes e podem impactar na função sexual, entretanto, as pacientes apresentam melhora da qualidade de vida após o procedimento, o que pode estar relacionado a fatores psíquicos e físicos. A atuação da fisioterapia pode ser promissora nesse âmbito, entretanto é pouco elucidada na literatura cientifica.</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>Pessoas Transgênero, Modalidades de Fisioterapia, Assoalho Pélvico e Transexualismo.</p> 2021-06-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Roberta Paganini https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/966 ESTRATÉGIAS PARA A EDUCAÇÃO SEXUAL DE ADULTOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA 2021-06-29T15:04:09-03:00 Ana Carla Vieira Ottoni anavieiraottoni@gmail.com Ana Cláudia Bortolozzi claudia.bortolozzi@unesp.br Maria Teresa Vilaça tvilaca@ie.uminho.pt Andreza Marques de Castro Leão andreza.leao@unesp.br <p>O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição neurobiológica centrada em duas características: comportamentos, interesses ou movimentos restritos e repetitivos; e déficits na comunicação social. A literatura da área demonstra que, em todos os espectros, observa-se privação de direitos sexuais básicos, como acesso à privacidade, à informação científica e à educação sexual adequada, gerando sofrimentos e vulnerabilidade acentuada com relação a violências. <strong>Objetivo</strong>: o objetivo do trabalho foi descrever possíveis estratégias para promoção de educação sexual de adultos autistas, a partir das dificuldades documentadas pelo próprio público-alvo. <strong>Método</strong>: sendo um estudo documental, propôs-se análise do livro <em>Autism-Asperger’s &amp; Sexuality: puberty and beyond</em>, escrito pelo notável militante autista Jerry Newport, em coautoria com sua esposa, Mary. Foram destacados, da obra, trechos com demandas relacionadas à sexualidade, e a partir da literatura de educação sexual emancipatória, construída uma lista de possíveis estratégias para programas voltados a adultos autistas. <strong>Resultados</strong>: considerando as características do TEA, optou-se por ações com características visuais, claras, cujas linguagens fossem diretas e pouco metafóricas, focadas em repertórios diversos, e baseadas na constante reavaliação de necessidades, bem como no cuidado com a imposição da norma neurotípica hegemônica. <strong>Conclusões</strong>: concluiu-se que, embora os trabalhos teóricos e críticos sobre o assunto sejam crescentes, persiste a necessidade de avançar em termos práticos, e o presente artigo pode ter contribuído, com ideias iniciais neste sentido. Sugere-se que pesquisas futuras apliquem e documentem programas e ações de educação sexual para pessoas autistas, expandam as análises a outros espectros e faixas etárias variadas.</p> 2021-06-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Ana Carla Vieira Ottoni, Ana Cláudia Bortolozzi, Maria Teresa Vilaça, Andreza Marques de Castro Leão https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/952 O PERFIL CLÍNICO DE PACIENTES PORTADORES DE SÍFILIS ATENDIDOS EM SERVIÇOS DE ATENÇÃO PRIMÁRIA E AMBULATORIAL – REVISÃO INTEGRATIVA 2021-06-29T15:03:49-03:00 Felipe da Cruz Lima felipelima607@gmail.com Alice Tavares da Mota tavares.mota2012@hotmail.com Luanna Feitosa lua.jem@gmail.com Paula Regina dos Santos Bispo Alves paula.lauane@hotmail.com Fernanda Dantas Barros nanda-dantas@hotmail.com <p>A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível, causada pelo <em>Treponema pallidum</em>, o qual provoca principalmente uma série de lesões genitais nos indivíduos infectados. Sendo caracterizada como uma patologia com um tratamento eficaz e de baixo custo, inúmeras são as barreiras para o seu controle. Diante disso, o presente estudo, tem como objetivo uma caracterização dos casos de sífilis de pacientes atendidos na Atenção Primária e em serviços ambulatoriais, evidenciando assim situações e condições de risco que podem ser úteis no desenvolvimento de medidas para o controle de tal problemática, através de uma revisão integrativa com busca realizada nas seguintes bases de dados: Scielo, PubMed, Lilacs e Medline, onde foram encontradas 25 publicações por meio dos descritores: Syphilis, Primary Health Care e Ambulatory Care combinados com o operador booleano AND e da palavra-chave Clinical Profile, e ao final, após análise completa do material, restaram apenas 15 publicações para composição desse estudo. Os resultados mostraram que homens que fazem sexo com outros homens são o principal grupo de risco relacionado aos casos de sífilis adquirida e que mulheres estão mais vulneráveis a tal situação durante o período gestacional. Situações como baixa escolaridade e vulnerabilidade socioeconômica são determinantes presentes nessa condição, além disso comportamentos de risco, como múltiplos parceiros e uso de aplicativos contribuem fortemente para disseminação de tal infecção.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p> 2021-06-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Alice Tavares da Mota, Felipe da Cruz Lima, Luanna Feitosa, Paula Regina dos Santos Bispo Alves, Fernanda Dantas Barros https://www.rbsh.org.br/revista_sbrash/article/view/993 EDITORIAL 2021-06-29T15:02:07-03:00 Sheila Reis sheila@sheilareis.com.br 2021-06-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Sheila Reis