VIVER A SEXUALIDADE COM HIV/AIDS. DÁ PRA SER FELIZ?

Autores

  • Zenilce Vieira Bruno
  • Zenilda Vieira Bruno

DOI:

https://doi.org/10.35919/rbsh.v18i1.407

Palavras-chave:

Sexualidade, moral, culpa, desejo, desempenho

Resumo

As DST sempre trouxeram, além da sintomatologia orgânica, um forte componente emocional. Embora hoje, a sexualidade seja vista com mais naturalidade e a conotação pejorativa das DST já não seja tão marcante, ainda é difícil falar sobre essas infecções sem constrangimento para o médico e paciente, quanto mais para o companheiro ou companheira. É necessário considerar que a liberalidade das pessoas no que diz respeito à sexualidade, é mais acentuada nos discursos do que nos atos. Parece-nos ser o componente psíquico o de maior importância nas suas repercussões sobre a sexualidade, em especial pela sensação de culpa comumente associada a essas infecções, apresenta baixa auto-estima, julga-se impuro, imoral, sujo, enfim, culpado. O prejuízo pode ocorrer em qualquer das fases da resposta sexual; é mais freqüente, entretanto, que incida na fase de desejo. Na atualidade, a esses fatores emocionais vem se somar à fobia generalizada do contágio com a AIDS, mais um importante elemento bloqueador do desempenho sexual.

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Biografia do Autor

Zenilce Vieira Bruno

Psicóloga Clínica, Psicodramatista e Terapeuta Sexual. 

Zenilda Vieira Bruno

Ginecologista, Professora da Faculdade de Medicina e Diretora da Maternidade Escola da Universidade Federal do Ceará. 

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Publicado

2020-09-12

Como Citar

Vieira Bruno, Z. ., & Vieira Bruno, Z. (2020). VIVER A SEXUALIDADE COM HIV/AIDS. DÁ PRA SER FELIZ?. Revista Brasileira De Sexualidade Humana, 18(1). https://doi.org/10.35919/rbsh.v18i1.407

Edição

Seção

TEMA: ADOECER E CONTINUAR AMANDO. A ARTE DE RESSIGNIFICAR